24 Oct 2018

O IPTU (Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana) não terá aumento em Santo André em 2019. O anúncio foi feito na terça (23) pelo prefeito Paulo Serra, que foi à Câmara Municipal apresentar o projeto de lei que trata sobre a cobrança do tributo para o ano que vem. A expectativa é que a peça passe por apreciação dos vereadores e seja votada em até 30 dias.

O projeto de lei apresentado nesta terça-feira estabelece que não ocorrerá aumento real dos créditos decorrentes dos lançamentos do IPTU para 2019. Ou seja, o valor do tributo será corrigido no ano que vem apenas pelo índice de inflação, medido pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). “Os estudos para atualização da PGV [Planta Genérica de Valores] seguem e nós queremos fazer tudo com calma para que o munícipe não seja punido. Para conseguir manter as ações e serviços da cidade, sem esse valor atualizado, a gestão procurou realizar ações de engenharia financeira", explicou o prefeito.

De acordo com o prefeito, as ações contínuas de choque de gestão vão permitir que a administração consiga manter os serviços públicos, mesmo sem atualizar a PGV. “A administração tem economizado recursos, cortando gastos desnecessários, tirando serviços de prédios alugados, leiloando carros. Melhoramos também nossa arrecadação de ISS (Imposto Sobre Serviço) com medidas para a geração de emprego e renda, e já tivemos a instalação de novos restaurantes, atacarejo e outros empreendimentos em Santo André. Tudo isso favoreceu a cidade no seu incremento de arrecadação”, afirmou.

O chefe do Executivo aproveitou também para citar outras iniciativas recentes em favor do Tesouro Municipal. “Olhando para o momento econômico do país, decidimos então não aumentar o imposto em 2019. Compensamos do ponto de vista tributário com as ações que eu falei antes, ou seja, sem subir nenhuma alíquota. Além disso, temos outros dois projetos aqui na Câmara, já aprovados em primeira discussão, que contribuirão com a arrecadação do município: o Renegocia, que permite que o devedor regularize sua situação junto à Prefeitura, e a Nota Fiscal Andreense, que faz com que o valor do tributo permaneça na cidade”.

O projeto entregue na tarde desta terça-feira estende o efeito da suspensão da Lei nº 9.968/17, que atualizava a PGV, até a data de 31 de dezembro de 2019. A decisão de não aplicar o aumento do tributo teve participação também dos vereadores. “Foi um ano de muito debate e conversa para sanear essa questão. Os vereadores participaram desse processo e chegamos à conclusão de que esse gesto era necessário para a cidade. Recebemos o documento hoje, ainda não o lemos, mas provavelmente apreciaremos dentro de 30 dias”, disse o vereador e presidente da Câmara, Almir Cicote.

Em 2018, a arrecadação prevista com IPTU é de R$ 286 milhões - o valor ainda não foi consolidado, pois o ano ainda não se encerrou. Apesar do valor expressivo, o Executivo ainda estima fechar o exercício com o índice de inadimplência em 20%, que corresponde a R$ 57,2 milhões de déficit para os cofres públicos.

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Esta matéria começou a ser escrita no início de setembro. Foi ficando para segundo plano, mas agora chegou a hora de termina-la.
No dia primeiro de setembro o Palestra Futebol Clube comemorou 83 anos. Foi fundado em 1953 por Alfredo Sabatini e amigos. Quase todos de origem italiana. Inicialmente seu nome era Palestra Itália de São Bernardo. Com os problemas com a Itália na segunda guerra mundial, devido retaliações, foi retirado do nome o “Itália”. O campo deles ficava atrás do Casarão do Bonilha, onde hoje é a Praça Lauro Gomes. Tudo foi desapropriado em 1952 para a construção da Escola Maria Iracema Munhoz e da praça. Assim, o clube ficou sem campo e apagado durante um tempo.
Meu namorado e futuro marido, Theobaldo Coppini foi eleito presidente do Palestra (58 ou 59). Junto com os amigos conseguiram a doação por comodato de um grande terreno num morro no bairro Ferrazópolis, pelo então Prefeito Aldino Pinotti. Esses jovens tinham uma rixa com o ex Prefeito Lauro Gomes. Pois foi o Sr. Lauro que os apoiou para a terraplanagem do “morro” e a construção da sede e campo do Palestra. Para darem início as obras usaram o valor da desapropriação, que a prefeitura devia ao clube: 750.000,00 cruzeiros.Sr. Lauro fazia visitas semanais para acompanhar as obras. Com Theo, lembro dos nomes dos amigos Admir Puglia, Nevio Albiero, Cyro Cassetari, Tutu Morelato, Samuel Abud, Eleonir Cicarelli entre tantos mais jovens que tinham como técnico o Nandinho, que respeitavam acredito, mais do que a um pai. Foram eles que nos fins de semana colocaram as placas de grama no campo. Segundo o saudoso Zimmermann, diretor do Palestra, presente ao nosso casamento, me contou que nesse dia o Theo estava com o Sr. Lauro conversando sobre o término das obras do clube, quando o ex prefeito olhou o relógio e disse: Tenho que ir embora, tenho que ir a um casamento. E o meu Theo disse: Eu também.... É o meu casamento!
Lutaram muito para ter um local para jogarem novamente. As reuniões do grupo eram às terças feiras, dia em que o namoro ficava em segundo plano. Quando foi inaugurado, concretizou-se o sonho de terem novamente um local para que a bola do time rolasse.
Tenho uma foto de meu marido, com os amigos ainda bem jovens, uniformizados, pois ganharam as camisas e shorts, verdes e brancos, em que entraram todos orgulhosos para jogar... E descalços, pois não tinham chuteiras. Aliás, tenho muitas fotos precisando identificação para entrega-las para o acervo do clube.
Felipe Cheidde e outros jogadores se transferiram para o Esporte Clube São Bernardo na época em que o Palestra ficou sem campo. Assim, todos continuaram amigos, mas depois, no campo, eram rivais.
Depois de muitas reviravoltas com o clube, que não vou citar aqui, um grupo de amantes do Palestra luta para que ele volte em cena.
Sabemos que é difícil manter um time na ativa. Quem sabe aquele espírito dos jovens de uniforme e sem chuteiras ainda se materialize nos amantes da bola?
Vamos em frente palestrinos!!!
Um abraço, Didi

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No mês de outubro ocorre o movimento “Outubro Rosa”, que se trata da campanha internacional realizada anualmente destinada à conscientização da população  sobre a prevenção do câncer de mama, mediante o diagnóstico precoce. As estatísticas demonstram que a doença  alcança grande número de mulheres, mas também de homens já que possuem tecido mamário, local onde se origina a neoplasia, o câncer de mama. A marca do movimento se caracteriza pelo “Laço Cor de Rosa” largamente difundido e também pelo uso das lâmpadas dessa cor na iluminação dos prédios durante todo o mês de outubro.  O movimento surgiu na primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1997, cuja campanha alcançou várias cidades e muitos  países adotaram e se uniram em torno de tão nobre causa. No Brasil o movimento atingiu múltiplas adesões com a participação de diversas entidades, cuja atuação simboliza  a luta contra o câncer de mama para chamento da população com ampla divulgação sobre tão palpitante tema. O câncer de mama se caracteriza pelo rápido crescimento de células que se multiplicam de forma agressiva, formando tumores malignos e que podem se espalhar por todo o corpo. O câncer de mama não tem uma causa específica, mas alguns fatores podem desencadear o risco da doença. A forma mais habitual do câncer de mama ocorre através de nódulo, em geral indolor, existindo outros sinais e pouco freqüentes que podem ser edemas. É pouco provável que a doença possa ser diagnosticada através de toque nos seios, pois pode passar por uma fase em que as lesões são do tipo não-palpáveis, tornando-se importante a realização de exames de imagem periódicos por profissional habilitado. E, se torna importante a estimulação dos auto-exames para que a mulher esteja atenta ao seu corpo, na saúde das mamas, pois diante de qualquer alteração, mudança visual ou corpórea, necessária a procura de médico. As chances de cura do câncer de mama quando precocemente diagnosticado, se torna muito elevada, pois assim a mamografia é imprescindível para as mulheres, principalmente aquelas com idade superior a 50 anos. O movimento  pelas AVCC – Associação de Voluntárias  para o Combate ao Câncer está bem articulado nas cidades do ABCDRMRS,  e visa alertar a população feminina no uso dos meios preventivos. A Presidente Valdinéia Cavalaro, da AVCC de São Bernardo do Campo, sita à Avenida Tiradentes, nº 587, Vila Santa Terezinha, e as Voluntárias se colocam  permanentemente à disposição  para as necessárias orientações às interessadas sobre tão relevante e complexo assunto de saúde. As AVCCs da região, promoverão em suas cidades, reuniões, palestras e eventos   destinados à divulgação sobre a prevenção da doença. Para o chamamento da população,  promovem caminhadas com a participação das Voluntárias das AVCCs, mulheres e familiares, com grande adesão. Certamente nas datas próprias da realização dos diversos eventos, haverá prévia comunicação através da mídia. A 39ª Subseção local da Ordem dos Advogados está engajada na campanha através da Comissão de Políticas Públicas de Combate ao Câncer,à disposição dos pacientes para o exercício dos direitos das vinte e nove legislações  relacionadas com a doença, pouco divulgadas, dispondo dos meios  para imediato atendimento na área jurídica.  Os seus componentes promovem estudos e pesquisas sobre os direitos, com os necessários esclarecimentos e ampla difusão dos efeitos legais. A mensagem mais importante é a prevenção, através do exame da mamografia, para o “diagnóstico precoce”. Vamos usar a cor rosa nesse mês, tanto no laço  com o símbolo do movimento, como também nas lâmpadas instaladas  nas suas casas, escritórios e prédios públicos ou privados para chamento do movimento.

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A Secretaria do Planejamento sabe que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de uma família de quatro pessoas com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer, previdência e o mínimo de dignidade deveria ser de R$ 3.810,36. Oba! Então vão aumentar nosso mínimo? Pelo contrário. Vão baixá-lo.
Atualmente cerca de 45 milhões de pessoas no Brasil recebem salário mínimo, entre elas aposentados e pensionistas. A Previdência arrecada menos do que gasta. Improvável, não? Porém, para conter isso o governo teve uma ideia fascinante: Baixar 10 reais do salário mínimo, de 979,00 foi para 969,00. Essa redução ainda deve ser confirmada para o ano que vem, e vai gerar uma economia de 3 bilhões ao governo.
A desculpa do Ministério do Planejamento é que tal medida é necessária porque a arrecadação com impostos e tributos está mais baixa que a prevista – e deve continuar assim, pois se os preços continuarem um absurdo do jeito que estão, o povo comprará menos e, portanto, não haverá avanço na economia. Lá na rua Boa Vista, Centro da Capital, há um impostômetro - o número é tão astronômico que se torna impossível lê-lo por extenso. Será que a arrecadação está mesmo baixa? Improvável!
A maioria das pessoas no Brasil tem o hábito de votar em políticos já conhecidos, quando a manobra deveria ser justamente a inversa: Votar em pessoas novas a fim de termos mudanças novas. Mas no Brasil os mesmos políticos cometem as mesmas calamidades. O poder do voto está na mão da massa. Se o salário mínimo é ‘roubado’ do bolso do cidadão para que o governo ganhe 3 bilhões de reais, isso seria motivo de revolução em qualquer país. Na Itália foi assim, na França foi assim, na Grécia foi assim. Conversando com um amigo quem voltou da Grécia há pouco, ele afirma que não existe crise pior que a do Brasil.
Os Estados não podem dar calote no governo federal, no entanto, torna-se impossível pagar uma dívida de R$ 430 bilhões. Será preciso renegociar. São 513 deputados (maior quantidade do mundo) e muitos falam em Reforma da Previdência, Reforma do Trabalho e outras. Esses deputados custam aos contribuintes R$ 1.2000.000,00 (um bilhão e duzentos reais) por ano. Uma solução inteligente seria não só reduzir o salário deles que é de 34 mil reais (além de inúmeros benefícios), mas também reduzir o número de parlamentares, o que é uma ótima maneira para ‘reformar’ tudo com o dinheiro economizado e ainda sobraria bastante para renegociar dívidas com a União. Mas eles farão isso? Improvável! Preferem mexer no nosso bolso.
Da mesma maneira que meus filhos brincam com vídeo games, carrinhos e bonecas, as autoridades que prevaricam de uma vida nababesca brincam com o Brasil. A historia desse país teve sangue que rolou por gente que lutou pela liberdade a vida inteira desde o império. A boiada está para estourar, e os bandidos serão pisoteados pelo povo, pois não dá mais para aguentar essa situação.

“Trabalhar duro por algo que não acredita chama-se estresse. Trabalhar duro por algo que acredita chama-se propósito.” – autor desconhecido.

Adoniran

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Visitei, dias atrás, a exposição sobre Adoniran Barbosa, no prédio do antigo Banco do Estado de S. Paulo, na Capital. Como fã  e  admirador desse importante artista, compositor e cantor, admirei ainda mais seu trabalho.
Seu nome artístico substituía o verdadeiro: João Rubinato nascido de família simples na cidade de Valinhos, então subúrbio de Campinas. Trabalhou duro na vida até chegar ao rádio, depois de anos de tentativas nem sempre bem sucedidas, para enfim  consagrar-se  como compositor e verdadeiro cantor da cidade de São Paulo, de seus bairros e de sua gente.
Mugnaini Jr.,  em livro sobre a vida e os sucessos do genial artista, destaca: “Paulista que agrada a todo o Brasil e até fora dele, sambista do elo entre a velha guarda e as novas gerações, humorista e humanista, a um só tempo simples e complexo, antigo e moderno, lírico e irônico, Adoniran é realmente único. Já há muito tempo seu nome virou sinônimo de um estilo de samba. Sinônimo de samba e de Sampa: pode-se dizer que Adoniran foi porta-voz  de São Paulo tanto quanto, por exemplo, Noel Rosa cantou o Rio de Janeiro”.
Para muitos, nesta fase  atual  tão diferente de músicas  e músicos com influência estrangeira, especialmente e lamentavelmente, da norte-americana,  lembra ainda Mugnaini Jr.:
“As vezes as rádios e gravadoras ansiosas por faturar fazem crer que Adoniran saiu de moda. Cedo ou tarde, no entanto, ele reaparece com reinterpretações de suas músicas por artistas antigos ou da moda, ou mesmo em qualquer reunião onde houver pelo menos uma timba, violão ou cavaquinho”.  (cf. livro de autoria de Ayrton Mugnaini  Jr.:  “Adoniran Dá Licença  de Contar”,  Editora 34-SP, 2002).  
Sua iniciação artística remonta ao ano de 1930 como cantor com voz melodiosa mas já rouquenha, fruto do cigarro, da cachaça e da boêmia.  Na Rádio Record fez sucesso com suas músicas então já ouvida e admirada em São Paulo e em todo o Brasil. Tal seu sucesso que no carnaval carioca da década de 1960/61, quando surgiu o famoso “Trem das Onze”, foi esta música que dominou os festejos de Momo, na então capital do Brasil.
Do repertório consagrado de Adoniran não há quem não conheça sucessos de ontem, de hoje e de sempre, tais como Saudosa Maloca, Samba do Arnesto, Tiro ao Alvaro (gravada por Elis Regina), Iracema, Joga a chave, Vila Esperança, sem falar-se da consagrada Bom dia tristeza, letra de Vinicius de Moraes que a entregou a Adoniram para que fizesse a música. Que mais seria preciso para a consagração de um artista, cantor e também poeta, como foi  Adoniran  que teve como intérprete de seus sucessos, entre outros, o famoso “Demônios da Garoa”.
Adoniran faleceu em São Paulo na madrugada de 22 de novembro do ano 1982.  Sua memória permanece e se manterá entre nós, para sempre,  por sua música essencialmente paulista,  cantor  de nossos bairros e da gente simples com seu falar bem à moda do  Bixiga,  o Brás, a Mooca, a Praça da Sé e a sua querida  Vila Esperança, onde passou “o seu primeiro carnaval”.

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Quatro anos apenas se passaram desde que São Paulo sofreu terrível crise hídrica e, aparentemente, o povo já se esqueceu de que a coisa é muito mais séria do que se pensa. O nível dos reservatórios da região da Grande São Paulo está hoje muito pior do que há cinco anos. Será que ninguém nota que em maio não choveu e em junho também não?
O inverno é estação seca e o sistema Cantareira não tem metade de sua capacidade de reserva. Em 12 de junho estava com 45,6% de reservatório e em 11 de junho de 2013, contava com 58,2% de sua capacidade. O mesmo ocorre com os sistemas Alto Tietê e Guarapiranga.
Não é demasia dizer que logo mais enfrentaremos outra crise hídrica. Ninguém está nem aí. Aquilo que deveria ser feito não se fez. Água existe, mas é contaminada. Conseguimos transformar os três grandes rios que correm por São Paulo em cloacas pestilentas, canais transportadores da ignorância de um povo que, mesmo miserável, desperdiça demais.
A característica dos povos ricos – e, portanto, civilizados – é a consciência ecológica. Houve eras sombrias, mas tanto londrinos como parisienses conseguiram recuperar o Tâmisa e o Sena. Em ambos é possível enxergar o fundo do leito e não é raro ver peixes saltando fora d’água.
Aqui negligencia-se na despoluição do Tietê, em cuja salvação já se afogou em pestilência uma montanha de dólares e de euros. Sem resultado aparente. A espuma fétida continua a atormentar Pirapora do Bom Jesus, que poderia ser um centro romeiro importante para a cultura, para a religião, para o turismo e para a economia.
A falta absoluta de educação da população continua a arremessar à rua e, portanto, às bocas de lobo e, portanto, aos emissários de esgoto e, portanto, - e finalmente – aos rios, tudo aquilo que é descartável em nossa época. Ou seja: quase tudo. Colchões, geladeiras, fogões, sofás, pneus, imensidão de garrafa pet, papelão, fraldas descartáveis, animais mortos, imagine-se o que um dia teve serventia e, se apostar, lá estará: no Tietê, no Pinheiros ou no Tamanduateí.
A falta de educação e de consciência ecológica sujeitará a todos a mais uma carestia. Muito mais grave do que a falta de petróleo. Sem petróleo consegue-se viver. Sem água, aposto que não.


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