19 Jul 2018

O novíssimo espetáculo noturno na lagoa do Universal Orlando Resort – o Universal Orlando's Cinematic Celebration – abriu oficialmente, na noite de segunda (16), no Universal Studios Florida. Os visitantes agora têm uma nova forma de encerrar o dia no Universal Studios, aproveitando uma "sessão épica de cinema sob as estrelas" no coração do parque temático.

O espetáculo combina, perfeitamente, telões panorâmicos na água, realçados por telas em múltiplas camadas na água, pirotecnias, lasers, projeções mapeadas e mais de 120 fontes de águas dançantes para transformar a lagoa e as construções ao redor em uma comemoração vívida dos personagens mais queridos das atrações da Universal e de alguns dos maiores sucessos do cinema mundial. E os visitantes vão poder assistir tudo isso ganhando vida a partir de um ponto de observação inédito, criado exclusivamente para o espetáculo.

Os visitantes vão assistir momentos da série de filmes Harry Potter aparecendo por meio de feitiços, ouvir os rugidos assustadores dos dinossauros de Jurassic World, a ação intensa dos filmes Fast & Furious (Velozes e Furiosos), se divertir com as travessuras dos Minions de Despicable Me (Meu Malvado Favorito), da Illumination, e muito mais, tudo acontecendo a cada noite no coração da lagoa do parque Universal Studios Florida.

O Universal Orlando's Cinematic Celebration ocorre em noites selecionadas neste verão norte-americano. E agora os visitantes podem aproveitar dois espetáculos noturnos incríveis em sua visita ao Universal Orlando Resort neste verão norte-americano – "Universal Orlando's Cinematic Celebration", no parque Universal Studios Florida, e "The Nighttime Lights at Hogwarts Castle", no parque Universal's Islands of Adventure.

Para mais informações, datas e horários do Universal Orlando's Cinematic Celebration, visite www.UniversalOrlando.com.

O movimento de vendas do varejo paulistano cresceu em média 2,8% na primeira quinzena de julho na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). “Esse aumento foi maior do que o registrado em junho (2,2%), o que mostra que a economia está lentamente se recuperando após a paralisação dos caminhoneiros”, diz Alencar Burti (foto), presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp). O resultado, porém, não foi uniforme entre os sistemas à vista e a prazo. 

As vendas à vista ― que abrangem bens não duráveis como vestuário, calçados e acessórios ― recuaram 1,6%. Apesar de negativo, foi um resultado melhor do que o registrado no mês de junho (-5,7%). “As vendas de roupas e calçados da moda Outono-Inverno tiveram um suspiro com a frente fria que chegou à capital e com a antecipação das liquidações de inverno. Mesmo assim, as vendas continuaram no vermelho nesses primeiros 15 dias de julho porque em 2017 o frio foi mais intenso e prolongado do que está sendo neste ano até agora”, comenta Burti.

Já as comercializações a prazo subiram 7,1% na primeira quinzena de julho (ante igual período de 2017), um arrefecimento ante o saldo positivo de 10,1% em junho. “Embora tenham registrado um bom crescimento, os bens duráveis, comprados principalmente a crédito, foram prejudicados pela saída prematura do Brasil da Copa do Mundo, o que pode ter enfraquecido a venda de TVs, eletroportáteis e outros produtos que as pessoas compram para receber os amigos e ver os jogos”, avalia Burti.

Por outro lado, ele acrescenta: “Tem TV sobrando no comércio, mas tem também Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal. Então, com promoções e condições adequadas ― tanto de preço quanto de prazos ― é possível vender bem esses produtos”.

Variação mensal- Frente à primeira quinzena de junho, as vendas do comércio de SP caíram em média 12% nos quinze primeiros dias de julho. O sistema a prazo recuou 11,2% e as vendas à vista sofreram retração de 12,7%. Burti explica que o resultado foi sazonal e ficou dentro da média dos últimos três anos (queda de 11,1%). “Essa perda é normal, pois tem a ver com o Dia dos Namorados, que sempre cria uma base forte de comparação na primeira metade de junho”.

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal da ACSP, com amostra fornecida pela Boa Vista SCPC.

O negócio de Personal Care da BASF recebeu o Selo de Fornecedor Qualificado 2018, concedido pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, a ABIHPEC, em cerimônia realizada em 12 de julho.  Este reconhecimento é concedido a partir de uma pesquisa realizada pela associação junto a companhias de produtos acabados que avaliam a qualidade da performance dos seus fornecedores em quesitos como desenvolvimento de produtos e serviços, atendimento comercial, entrega e pós-venda.

“Estamos muito felizes com esse reconhecimento. Para nós, atender bem aos nossos clientes vai muito além do desenvolvimento de matérias-primas inovadoras. Queremos estar próximos, oferecendo serviços de qualidade e consultorias completas de tendências de mercado, para que nossos clientes tenham à disposição soluções que satisfaçam os desejos e as expectativas do consumidor”, afirma Renata Oki, gerente de marketing de Personal Care para América do Sul.

Este selo foi criado há mais de dez anos pela ABIHPEC com o objetivo de incentivar a competitividade, fortalecer os negócios, promover a interação entre as empresas e aprimorar a eficiência dos fornecedores. A importância desta iniciativa é cada vez mais representativa para as indústrias e vem apresentando crescimento na participação de avaliadores e fornecedores. “Este cenário reflete na contribuição da cadeia produtiva que busca proporcionar ao consumidor produtos e serviços com a melhor qualidade possível”, diz João Carlos Basilio, presidente-executivo da ABIHPEC.

A SBC Trans anunciou, na terça (17), a implantação do novo sistema de Biometria Facial, para 210 ônibus. Em até três meses, todos os 425 veículos da frota também serão equipados com o sistema.

A biometria facial vai comparar o rosto do usuário com a foto presente no cadastro. Em caso de não reconhecimento, o cartão será bloqueado. O passageiro será notificado e terá dez dias para se defender. O uso da ferramenta de fiscalização foi instituído por decreto no início deste mês, sem que o investimento impacte nos valores da tarifa vigente.

Atualmente, cerca de 130 mil usuários do Transporte Coletivo da cidade possuem o cartão, que concede o direito de viagem de graça (entre estes usuários estão aposentados, pensionistas, deficientes físicos e acompanhantes, idosos e estudantes).

Pela gratuidade oferecida, a Prefeitura de São Bernardo despende em torno de R$ 2 milhões, por mês. Ao todo, são realizadas mensalmente em São Bernardo 1 milhão de viagens com o benefício gratuito.

“Os ônibus estão com os informativos, destacando a importância de utilizar de maneira correta o direito. Burlar a gratuidade é fraude”, comentou a diretora da empresa, Milena Braga.

 Segundo o prefeito Orlando Morando, quem tem o direito de utilizar o ônibus de graça é defendido. “Agora, não podemos compactuar com as pessoas que usufruem de maneira indevida”, disse.

Uma máquina automática de milk-shakes acionada por tablet, criada pelos alunos do Instituto Mauá, Ivan Rodrigues de Campos, Thiago Azevedo Aricini, Willian Bispo Siqueira e Bruno Bortoloto foi um dos 32 projetos selecionados para a quarta edição do Academic Working Capital, programa de empreendedorismo universitário do Instituto TIM.

Os universitários recebem acompanhamento, orientação de negócios e recursos financeiros para transformar sua ideia em um produto ou negócio. No fim do ano, participam de uma Feira de Investimentos e podem apresentar suas soluções para profissionais do mercado e investidores. Em suas três primeiras edições, o AWC já apoiou o desenvolvimento de cerca de 80 projetos.

"Nós já iniciamos o cronograma de 2018 com os workshops e orientação para os projetos, que são bastante variados. Temos equipes trabalhando com sistemas mecatrônicos, Internet das Coisas, tecnologias sociais, reciclagem, mobilidade, gestão de empresas e segurança, dentre outros. nos três primeiros anos vimos uma clara evolução, o que nos deixa animados para o desenvolvimento das turmas desse ano", conta Luis Minoru Shibata (foto), presidente do Instituto TIM.

Acaba de chegar a Santo André, a primeira unidade do restaurante Kharina, originário de Curitiba, (Paraná). A inauguração oficial aconteceu, na terça (17), no Shopping ABC.

O Kharina foi fundado em 1975 e possui seis unidades em Curitiba. Trata-se da primeira unidade do grupo no Estado de São Paulo e no ABC. O investimento foi de R$ 3 milhões, segundo o fundador, o administrador de empresas Rachid Cury Filho e os proprietários Rachid Cury Neto, chef de cozinha e Vinícius Abreu, economista.

“Ficamos três anos planejando a expansão. Iremos inaugurar, daqui há 60 dias, uma unidade em Campinas,  e outra no Shopping  Parque da Cidade, no Morumbi. Também estamos em negociação com a Mutiplan, para duas outras unidades, uma em São Caetano e outra na Vila Olímpia, em São Paulo.  Nossa expansão irá durar cinco anos, e também temos intenção de abrir unidade em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ) e Santa Catarina (SC)”, revela Vinícius.

A casa possui quatro sucessos de vendas: o steak (bife chorizo), a linha prime de hambúrgueres, os shakes (produzidos artesalmente há mais de 30 anos), e as saladas. Também têm boa saída os pratos executivos. Mas, o grande diferencial do Kharina, segundo conta o fundador Rachid Filho, são os hambúrgueres, que são elaborados com carne fresca, diariamente, sem ser congelados. “Nossa fabricação é diária, com frescor e qualidade”, garante. Para garantir o frescor, diariamente, grupo de açougueiros da casa, começam a manipular os ingredientes para produção, às 7h. “O que não é possível fabricar aqui, trazemos refrigerado de Curitiba. Também temos como diferencial a utilização de óleo de gordura de Palma, que vem do Pará, para fritura de nossas batatas. É um ingrediente mais caro, mas como faz menos mal à saúde, investimos para garantir qualidade aos nossos clientes”, conta Vinícius.

A casa ainda possui selo Green Kitchen, de boas práticas sociais e ambientais. “Mexemos com poucos produtos descartáveis, nossa iluminação é toda de led, tudo sustentável”, afirma Vinícius. 

História do nome- O nome Kharina foi cuidadosamente escolhido pelo fundador Rachid Filho. “Queria um nome feminino, e, ao pesquisar, acabei escolhendo ‘Kharina’, porque veio de uma lenda de uma menina que morava no reino do Butão, que foi estudar na Europa e aprendeu a cozinhar, fazer pratos, lanches e quando voltou para seu país, começou a realizar jantares para o Rei, pois sua família era muito amiga”, revela. O restaurante Kharina começou em 1970 como um drive, um ‘serve-car’ e após dois anos passou a realizar o atendimento em mesas.


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