26 Sep 2021


Vendas de Dia dos Pais devem crescer mais de 5%

Publicado em Negócios
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Uma das principais datas do varejo no segundo semestre, o Dia dos Pais, que neste ano será domingo, 8 de agosto, deverá aquecer as vendas do setor. De acordo com uma pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), com a participação das principais CDLs do Estado, neste ano, o crescimento deve ser de 5%.

Com a saída do Estado da Fase Emergencial do Plano São Paulo, os comerciantes relatam que o bom desempenho das vendas está ligada à flexibilização.

Segundo a entidade, durante o período de maior restrição, o comércio perdeu cerca de 30% do faturamento. “Com os estabelecimentos abertos e uma maior flexibilidade do horário de funcionamento, o Dia dos Pais é esperado para grande parte dos lojistas. A data estimula a compra e com avanço na vacinação, o consumidor fica mais confiante para ir às compras”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff.

Em Santo André, segundo o presidente da Acisa (Associação Comercial e Industrial de Santo André), Pedro Cia Júnior, as vendas no período do Dia dos Pais deverão ter um incremento de até 15%. “Para esta importante data do varejo, itens de informática, eletrônicos, moda e acessórios deverão registrar maior procura, porém com um tíquete não muito elevado. Não podemos esquecer, que o comércio eletrônico continuará sendo um forte canal de venda”, destaca. O dirigente baseia-se nos dados da Ebit Nielsen que revelam que a data consolidou-se como a 5ª mais importante de 2020, ficando atrás do Natal, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Black Friday.

Já em São Bernardo, o comércio tem boas expectativas de vendas para a data. Considerado o terceiro melhor período para o varejo, atrás do Natal e Dia das Mães, a previsão é de incremento nos negócios em até 7% em relação ao mesmo período de 2019, segundo estimativa da Acisbec (Associação Comercial de Industrial de São Bernardo).

“Será, claro, muito melhor que 2020, quando as lojas ficaram fechadas, algumas com drive-thru e outras com o comércio eletrônico. Esses aspectos negativos ficaram para trás e as regras para o funcionamento do comércio estão mais flexibilizadas. Isso tudo se soma ao fato de o consumidor querer sair de casa, poder escolher e fazer a sua opção do presente”, explica Valter Moura, presidente da entidade.

Apesar de a situação ainda ser de crise, o consumidor não deixa a data passar em branco, conforme o dirigente. Os itens mais procurados, em geral, são dos setores de vestuário, calçados, acessórios e eletroeletrônicos. Segundo considera, o ticket médio para os presentes deve chegar em R$ 200. “Apesar de o consumidor ainda estar um pouco reticente, o valor é maior porque tudo aumentou o preço”, acrescenta Moura.

Última modificação em Sábado, 31 Julho 2021 11:27
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